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Setembro Amarelo: Prevenção

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No dia Mundial de prevenção, 10/9, MS lança ações de combate ao suicídio e à automutilação

Cursos à distância, encontros, palestras e elaboração de materiais para aumentar o atendimento em saúde, são algumas das atividades elaboradas pelo Ministério da Saúde no combate ao suicídio e à automutilação. As ações foram divulgadas nesta quinta-feira,10 ,de Setembro e, têm como proposta tornar conselheiros tutelares, professores, líderes sociais, religiosos e de entidades beneficentes em multiplicadores da prevenção através da qualificação.

De acordo com a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, o mundo inteiro escolheu o dia 10 de Setembro para realizar campanhas de prevenção ao suicídio e à automutilação. “No Brasil, o Ministério da Saúde vai aproveitar a data, comemorada em todo o mundo para iniciar um ciclo de palestras e ações educativas em saúde, levando conhecimento de qualidade para todo o país”.

O material educativo está disponível no site prevencaoevida.com.br;  as inscrições para as atividades estão abertas e são gratuita. No portal também é possível encontrar cartilhas e videoaulas. Adolescentes entre 11 e 18 anos e multiplicadores são o público alvo destas ações. Conforme o MS.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),entre 2006 e 2015, a taxa de suicídio entre pessoas de 10 a 19 aumentou em 24% no Brasil. Nosso país ocupa a 8ª posição na lista mundial em número de suicídios. 

Carlos Guilherme da Silva Figueiredo, diretor da Associação Psiquiátrica de Brasília, (APBr),  1,3 milhão de jovens morrem de causas estáveis em todo o mundo, sendo a primeira causa os acidentes de trânsito (11,6%) e a segunda, o suicídio (7,3%).  Para o psiquiatra, os principais fatores de risco entre os jovens (homens), para o suicídio são o afastamento dos pais biológicos, divórcio dos pais, suicídio dos pais, parentes próximos ou de amigos, a dependência química e para as meninas, entre 15 e 19 anos, a gravidez precoce e o aborto. 

Ainda segundo o psiquiatra, é preciso ficar atento aos sinais de mudanças no comportamento dos jovens e adolescentes. “A mudança de comportamento tanto na escola quanto no ambiente familiar. Deixar de participar de atividades em sala de aula, isolar-se mais, desinteresse em atividades que antes consideravam prazerosas, assim como outros sintomas de depressão, são alguns dos principais fatores que devem atrair a atenção dos pais e responsáveis.”

Fonte: Agência Senado

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Ana Paula Mendes

Ana Paula Mendes é Jornalista e Fotografa Profissional
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