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Substitutos X Leite Materno

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UNICEF faz alerta sobre substitutos do leite materno

A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), faz uma série de  alertas à sociedade mundial sobre a troca do leite materno por outros alimentos para os bebês. A orientação é que se o bebê tiver menos de 6 meses de idade, deve ser amamentado exclusivamente  não são necessários outros alimentos ou líquidos, nem mesmo água. Quando a criança tiver mais de 6 meses, a amamentação deve continuar , mas com alimentos complementares seguros e saudáveis.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), bebês alimentados exclusivamente com o leite materno, nos primeiros 6 meses, têm 14 vezes menos possibilidade de morrer que os demais, protege do sobrepeso e obesidade infantil, entre outros benefícios. Porém, apenas 41% dos brasileirinhos recebem este cuidado no início de suas vidas. Para o UNICEF, a comercialização de substitutos do leite materno prejudicam as ações para alcançar mais bebês. 

Os países estão longe de proteger os pais de propagandas enganosas, conforme apontado por um estudo recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), UNICEF e Rede Internacional de Ação sobre Alimentos para Bebês (IBFAN).

Em entrevista ao site ONU Brasil, o diretor do Departamento de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, Francesco Branca afirmou que a forte propaganda de substitutos do leite materno, é uma grande barreira para melhorar a saúde de recém-nascidos e crianças em todo o mundo.  

Estudo recente da Organização Mundial de Saúde (OMS), UNICEF e Rede Internacional de Ação sobre Alimentos para Bebês (IBFAN) apontou que os países não protegem os pais de informações enganosas.

 “O marketing agressivo de substitutos do leite materno, especialmente por meio de profissionais de saúde, em quem os pais confiam para aconselhamento nutricional, é uma grande barreira para melhorar a saúde de recém-nascidos e crianças em todo o mundo”, declarou Francesco Branca, diretor do Departamento de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, em entrevista ao site da ONU Brasil.

Ao primeiro sinal de dificuldade na amamentação, a mães são orientadas ainda na maternidade sobre o uso de fórmulas infantis, no país.  As orientações também são passadas durante as primeiras consultas nos consultórios pediátricos lembrando que nem sempre o ato de amamentar é prazeroso. Em alguns casos, a lactante sente dores nos seios, dificuldades e muitas dúvidas, em especial as mães de primeira viagem.   Nestes casos, a mãe de campineira, pode buscar ajuda no Centro de Lactação Banco de Leite Humano de Campinas, localizado na Maternidade, na Avenida, Orosimbo Maia, 165, 5º andar.

As lactantes que estão em dúvida ou deixaram de amamentar seus filhos devido à pandemia de Covid-19, com ou sem sintomas podem amamentar, tendo em vista que foram realizados diversos testes e nenhum deles atestou  a transmissão do vírus por meio do leite materno.  Enquanto surgem inúmeras dúvidas entre as lactantes neste período, a indústria de alimentos infantis distribui gratuitamente estas fórmulas como que preocupadas com a saúde e bem estar dos pequenos. 

Ressaltando que mesmo sem comprovações científicas sobre a transmissão do coronavírus das mães para os bebês através do leite; tanto as mães infectadas quanto as que suspeitam da doença, devem adotar as medidas de prevenção já divulgadas desde o início da pandemia: uso de máscara e higienização das mãos sempre que forem amamentar, enfim, ter algum contato com o bebê.  

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Ana Paula Mendes

Ana Paula Mendes é Jornalista e Fotografa Profissional
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