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POCKET SHOW LIVE: ARTE SEM FRONTEIRAS

A Black Brazil Art realiza no dia 31 de agosto (segunda-feira), às 19h, o Pocket Show Live: Arte Sem Fronteiras. O evento abre as inscrições de trabalhos teóricos e artísticos com a temática para a 2ª edição da Bienal Black Brazil Art – Cartografia e Hibridismo do Corpo Feminino – Representações Visuais e Afetivas.

O Pocket Show Live vai ao ar pelo canal YouTube do Arte Sem Fronteiras e terá a apresentação musical de Alex Sollus (RS), Lizza Dias (RJ) e Maks Gabriel (EUA). Acontecerá também a live painting de cinco artistas – selecionados para residência artística internacional pela Bienal Black 2021 – Beatriz Pinheiro (CE-UY), Suellen Lima (SP-EUA), Thais Alessandra (MG-UY), Erika Maidana (SC-IT) e Vanessa Ferreira (SP-IT). A mediação é de Patrícia Brito (curadora e idealizadora da Bienal).

Serviço

O que: Pocket Show Live – Arte Sem Fronteiras

Quando: 31/08 (seg), às 19h

Onde: Canal Arte Sem Fronteiras do YouTube

Site: https://www.youtube.com/channel/UCU-0mxFipMDopt8Eo-kBm0w/

Sobre o Arte sem Fronteiras

O Arte Sem Fronteiras é um programa preparatório para a 2ª edição da Bienal Black Brazil Art que tem por tema “Cartografia e Hibridismo do Corpo Feminino – Representações Visuais e Afetivas”. Será uma programação totalmente online voltada para o público das artes e da educação, na busca pelo pensamento crítico sobre o corpo como território e identidade. A programação virtual que acontece de novembro de 2020 a março de 2021 (duas vezes a cada mês) inclui mostras de arte e lives com palestrantes de seis países diferentes: Uruguai, Canadá, EUA, Itália, Portugal, Argentina, além de importantes nomes do Brasil.

 

Inscrições de Trabalhos

O que: ARTE SEM FRONTEIRAS | CARTOGRAFIA E HIBRIDISMO DO CORPO FEMININO – REPRESENTAÇÕES VISUAIS E AFETIVAS

Quando: De 01/09 (ter) a 30/09 (qua) de 2020

Maiores informações e categorias no link https://bit.ly/32vgWEO

Curadoria

“Construir locais de trabalho com diversidade de gênero e raça exigirá tempo, compromisso e aprendizagem contínua. Agora não é a hora de perder o momento ou mudar o foco – precisamos continuar com o argumento de que as produções culturais de mulheres e homens da diáspora precisam existir. É por isso que estamos reunindo educadores, especialistas em diversidade de gênero e raça, artistas, curadores, profissionais das artes que dialogam com a diversidade, equidade e inclusão para discutir como o sistema das artes pode se abrir para mais oportunidades e combater o racismo estrutural. A 1ª Bienal Black Brazil Art apresentou mais de uma centena de artistas e pouco mais de 300 obras em diversos suportes e buscou nas narrativas dar visibilidade para mulheres negras que estão às margens da inserção artística no Brasil. Qual o lugar das mulheres Negras no cenário das Artes Brasileiras? Isso só mudará quando houver união e empatia sobre a visibilidade das mulheres como um todo e para isso, criamos a campanha de financiamento coletivo Bienal Black – Mais  Mulheres Nas Artes que visa incluir nesta próxima edição da Bienal Black, mais de 500 artistas mulheres”. (Patricia Brito)

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